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REDENÇÃO

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Não é estranho quando no silêncio ecoa a saudade? As palavras perdem-se, Os dias passam incólumes ao sofrimento Tudo deixa de fazer sentido
O tempo não volta atrás Não existe maneira de apagar Aquelas palavras, Tão docemente ditas
Tudo o que resta, Aquela perene saudade ancorada, No silêncio
O perdão está ao alcance de uma mão À distância de um pensamento Haverá coragem de enfrentar, A corrente furiosa do tempo e pedir redenção?
Bruno:Carvalho

TUDO OU NADA

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Lei e Amor trazem a Força Do Caos ao Princípio Inconsciente Da Luz do Tenebroso olhar Agora a Alma e o Ser são um Agora ao Espírito é Possível Ver o futuro ausente.
Escondo Tenebroso olhar Sem poder, sem ter Força Sei que a Alma e o Espírito Não respeitam lei ou Princípio Nem o Amor leva ao Caos Nem o Ser à Luz.
O todo leva ao nada O nada, leva ao esquecimento.
Bruno:Carvalho

NOS MEUS POEMAS A TUA BELEZA

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Rabisco nos meus poemas a tua beleza A curva do teu rosto, a profundidade dos teus olhos Em cada verso um aroma do teu beijo Em cada letra, a força que me impele a seguir em frente
Rasuro nos meus poemas a escuridão Dou-lhes novas formas, formas de luz e esperança Fragmentos libertados na noite Em cada verso a doçura do luar
Descrevo-te no mais profundo de mim O meu ser como refúgio para os teus medos O meu coração como ponte sobre o abismo E a minha fragilidade como garantia de paz.
Bruno:Carvalho

DE TI

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Sempre gostei de ver as tuas fotos, talvez porque ao olhá-las assim tão ferverosamente achasse que pudesse sorver toda alegria dos teus sorrisos, como se ao tocá-las te tornasses mais real e estivesses tão perto que te pudesse abraçar.                 Confesso não ser fácil lidar com esta distância tão próxima mas ao mesmo tempo longa, como se a linha do canteiro de flores do jardim fosse tão grande como um abismo e que aos poucos se afastava. Pois é, não é nada fácil querer-te assim em mim e ao mesmo tempo perder-te desta maneira.                 Ao tempo o que é do tempo, embora o meu tempo tenhas sido tu, e os anos falam por si, como se a primeira luz da manhã fosse a vela ao lado da nossa cama, o pardal no beiral a música, baixinha, no escuro e a relva do quintal os nossos lençóis.                 Lembro-me de te querer como fogo que precisa de oxigénio para crescer, lembro-me de te amar como a mulher, a única mulher que alguma vez fez sentido na minha vida.                 O primeiro…

DEATH OF LOVE

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Can you feel it? It’s the righteous death of love I burn my eyes for your demise Your soul still lingers, still dwells in this place
Can you feel me? It’s the bitterness of solitude I decipher riddles to hold back oblivion Your body still anchors my heart
Can you taste freedom? Your wings unfurl in the midnight sky They call you an angel, I call you disgrace I foreshadow fire, I burn within
Can you see it? Bleakness comes in these dreadful hours Sorrow disguises my cold embrace I raise my mask, I long to be forgotten
Applause, in stillness Love is dying
Bruno:Carvalho

O FUNDO DE MIM

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Toquei de novo o fundo de mim Provei o fel, bebi da taça do silêncio Mergulhei no sonho pois a realidade era crua demais Adormeci, desejei que a dormência tomasse o meu corpo para sempre
Desci de novo ao fundo de mim Para tentar descobrir de novo quem sou Aprisionei-me para ser livre Fiz-me memória só para poder ser esquecido
Rasguei a segunda pele, fiz sangrar a alma Despedi-me do mundo, esperei pela queda Deixei a noite devorar o medo E esperei, esperei renascer na chegada da manhã.
Bruno:Carvalho


REDENÇÃO

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Não é estranho quando no silêncio ecoa a saudade? As palavras perdem-se, Os dias passam incólumes ao sofrimento Tudo deixa de fazer sentido
O tempo não volta atrás Não existe maneira de apagar Aquelas palavras, Tão docemente ditas
Tudo o que resta, Aquela perene saudade ancorada, No silêncio
O perdão está ao alcance de uma mão À distância de um pensamento Haverá coragem de enfrentar, A corrente furiosa do tempo e pedir redenção?
Bruno:Carvalho