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SLEEPING SUN

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May the sun sleep forever May the night be my bride May the moon chant an hymn of glory A requiem for my lover's omen
I shall never be free My soul still dwells among the fallen Mourning the departure of faith I will rest upon the remains of hope
May the sun sleep forever May the beauty live in fragile moments May death come to extinguish life As I release my final breath into the night
This is my darkest hour A vision of a sullen soul left astray This is my elegy, my final call My name shall be written in this crumbling wall.
Bruno:Carvalho

THE BLEAKNESS OF DEATH

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And there I stood facing the path I’ve chosen Like fallen leaves in the snow, I leave my footsteps in the heart of every man I’ve chosen the night, this is my night, a eternal night. And I fought, I fought bravely for my forsaken freedom
I left you buried in ashes The ashes of our mistaken love The blood that stain my hands will make me remember There will be things I’m destined to recall Others simply will fall in forgetfulness
And now I lay frozen in this open tomb The bleakness of death drowning my wretched body In this prison inside I foreshadow the end of all life Repent if you want to be saved I’m already condemned.
Bruno:Carvalho

ETERNIDADE

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Se eu pudesse captar os teus gestos Pintá-los ia numa tela colorida Se eu pudesse provar o teu sorriso Se eu pudesse prender o teu olhar Se eu pudesse ser o teu raio de sol Aquela luz irrequieta de uma vela na tua noite Se eu pudesse ser eu, um sopro de harmonia Tocaria uma canção, uma melodia, um hino à tua beleza
Escrevi esta ode, esta alegoria à tua coragem Se eu pudesse ser forte para rasgar a dor Se eu pudesse ser corajoso para libertar o amor Se eu pudesse ser tudo mesmo sendo quase nada Desejava ser o teu pôr-do-sol, a tua lua, a tua aurora Deseja ser o teu mar, o cais onde pudesses descansar Desejava ser uma lembrança, uma daquelas que guardas no coração
Nasce o dia, morre o sonho, vive a promessa No brilho do teu olhar, na tranquilidade do teu sorriso Meu amor, no nosso sonho não existe adeus No nosso sonho a eternidade nunca é longe demais.
Bruno:Carvalho

REDENÇÃO

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Não é estranho quando no silêncio ecoa a saudade? As palavras perdem-se, Os dias passam incólumes ao sofrimento Tudo deixa de fazer sentido
O tempo não volta atrás Não existe maneira de apagar Aquelas palavras, Tão docemente ditas
Tudo o que resta, Aquela perene saudade ancorada, No silêncio
O perdão está ao alcance de uma mão À distância de um pensamento Haverá coragem de enfrentar, A corrente furiosa do tempo e pedir redenção?
Bruno:Carvalho

TUDO OU NADA

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Lei e Amor trazem a Força Do Caos ao Princípio Inconsciente Da Luz do Tenebroso olhar Agora a Alma e o Ser são um Agora ao Espírito é Possível Ver o futuro ausente.
Escondo Tenebroso olhar Sem poder, sem ter Força Sei que a Alma e o Espírito Não respeitam lei ou Princípio Nem o Amor leva ao Caos Nem o Ser à Luz.
O todo leva ao nada O nada, leva ao esquecimento.
Bruno:Carvalho

NOS MEUS POEMAS A TUA BELEZA

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Rabisco nos meus poemas a tua beleza A curva do teu rosto, a profundidade dos teus olhos Em cada verso um aroma do teu beijo Em cada letra, a força que me impele a seguir em frente
Rasuro nos meus poemas a escuridão Dou-lhes novas formas, formas de luz e esperança Fragmentos libertados na noite Em cada verso a doçura do luar
Descrevo-te no mais profundo de mim O meu ser como refúgio para os teus medos O meu coração como ponte sobre o abismo E a minha fragilidade como garantia de paz.
Bruno:Carvalho

DE TI

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Sempre gostei de ver as tuas fotos, talvez porque ao olhá-las assim tão ferverosamente achasse que pudesse sorver toda alegria dos teus sorrisos, como se ao tocá-las te tornasses mais real e estivesses tão perto que te pudesse abraçar.                 Confesso não ser fácil lidar com esta distância tão próxima mas ao mesmo tempo longa, como se a linha do canteiro de flores do jardim fosse tão grande como um abismo e que aos poucos se afastava. Pois é, não é nada fácil querer-te assim em mim e ao mesmo tempo perder-te desta maneira.                 Ao tempo o que é do tempo, embora o meu tempo tenhas sido tu, e os anos falam por si, como se a primeira luz da manhã fosse a vela ao lado da nossa cama, o pardal no beiral a música, baixinha, no escuro e a relva do quintal os nossos lençóis.                 Lembro-me de te querer como fogo que precisa de oxigénio para crescer, lembro-me de te amar como a mulher, a única mulher que alguma vez fez sentido na minha vida.                 O primeiro…