segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

"O PRÍNCIPE CORVO"


"Há uma coisa que sempre quis fazer com uma mulher. - a voz dele soava aveludada.
Que queria dizer? Assustada, ela resistiu. Quereria ele fazer aquilo? Nessa manhã, fora diferente, já que estava meio a dormir. Agora, estava completamente desperta.
- Não é uma coisa que um homem possa fazer com uma prostituta - disse ele.
Oh. Deus, será que ela podia fazer isto? Expor-se tão intimamente? Esticou o pescoço para olhar para o rosto dele.
O seu olhar mostrava-se implacável. Edward queria aquilo.
- Deixe-me, por favor.
Corando, Anna deitou-se, rendendo-se a ele e à sua vontade. Deixou que os joelhos se afastassem, sentindo como se estivesse a oferecer-lhe uma prenda de amor. Ele observou as pernas dela a abrirem-se mais e mais, até se ver ajoelhado entre as suas coxas afastadas, com os seus lugares mais íntimos agora expostos. Anna fechou bem os olhos, incapaz de o ver a observá-la.
Edward não fez mais nada e, por fim, ela já não suportava esperar mais. Abriu os olhos. Ele fitava o mais feminino dos órgãos dela, de narinas dilatadas, a boca comprimida numa expressão tão possessiva que até assustava.
Anna sentiu a sua abertura a contrair-se, em reacção. De dentro dela, escorria um fluído.
- Preciso de si - suspirou ela.
Então, ele assustou-a verdadeiramente, mergulhando a língua na sua vagina molhada.
- Oh!
Olhou para a cara dela e lambeu-lhe lentamente os lábios da vulva.
- Quero saboreá-la e chupá-la até se esquecer do seu nome - sorria carnalmente - Até me esquecer do meu próprio nome.
Anna arqueou-se e expirou mal ouviu aquelas palavras, mas as mãos dele estavam agora nas suas ancas, segurando-a. A língua dele perscrutava as dobras da sua feminilidade, cada golpe de língua a aitingi-la mais intimamente. Encontrou o clítoris e lambeu.
E ela perdeu a cabeça. Um longo e gutural gemido desprendeu-se da sua boca. Com os punhos, Anna retorceu a almofada, de cada lado da sua cabeça. As suas ancas subiram. Mas ele não se deixaria afastar do seu objectivo. Edward passou a língua continuadamente pela sua saliência até ela se sentir em êxtase e, despudoradamente, pressionar a pélvis contra o rosto dele.
- Edward! - Aquele nome invocava-se nela à medida que uma vaga de calor lhe invadia o corpo, expandindo-se até aos dedos dos pés.
Ele pôs-se em cima dela, invadindo-a com o seu pénis, antes de ela ter tido tempo de abrir os olhos. Anna tremia e agarrava-o, enquanto ele investia contra a sua carne ultrasensível. E sentiu a vaga crescer, transportando-a nos seus movimentos. As suas coxas vibravam irresistivelmente abertas e ela esfregava a sua pélvis contra a erecção dele. Edward respondeu metendo os braços por baixo dos joelhos dela e empurrando-lhe as pernas para junto dos ombros. Estava tão aberta quanto possível, exposta e dominada, à medida que ele a amava. À medida que recebia tudo o que ele tinha para lhe dar.
- Deus! - O som rebentou nos lábios dele, mais gutural do que propriamente verbal. O seu enorme corpo tremia inapelavelmente, endurecendo-se contra ela.
A visão de Anna dividia-se em pequenos arco-íris, enquanto ele arremetia continuamente a sua enérgica carne na pele sensível. Ela arfava. Queria que aquele momento jamais terminasse, agora estavam ligados, de corpo e alma."


Elizabeth Hoyt in "O Príncipe Corvo"

1 comentário:

_Sweetinha_ disse...

um dos melhors textos loooooooool

kiss

EXORCISMO

Exorciza os demónios da minha alma Os fantasmas inumanos que consomem a minha carne Liberta-me, perdoa-me. Exorciza o meu corpo com...