segunda-feira, 4 de abril de 2011

LUSITÂNIA

O que outrora foi um fardo agora é uma lição de liberdade, o que outrora foi um sonho agora é uma realidade tranquila, uma noite que desflorou num dia glorioso.
Enquanto do abismo renascemos olhamos para norte, para além da aurora algo renasce da terra, novos rebentos, os mesmo que brotam das nossas mãos.
De tronco unido somos gémeos siameses nascidos da mesma mãe, o céu chora agora a morte do Verão, ancorados numa espiritualidade eterna, transcendemos a morte, seguidores convictos do Inverno entoamos hinos de extase.
Ergue-te Velha Glória, vira-te para além do Atlântico que te confina, a velha ordem que seja restabelecida, pois do nosso sangue foi feita esta terra, da nossa carne foi feita a sua alma e por ela fizemos mil actos de coragem.
Que se erga de novo Lusitânia nossa mãe!

A Alma Lusitana em forma de música, para almas destemidas de corações altivos e corajosos!


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