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A mostrar mensagens de Julho, 2011

WAITING

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Am I really here? why is it so much space between us?
Memories keep filling the cracks Our love once a strong wall now it's only debries I try to solve this riddle but somehow the past is keeping me locked
Are you really there? why are you so far away?
I've lost me from myself somewhere in time across the path I flooded my believes why keep I drowning in the pain? I must have known that is always the same
Will you really wait? There's still time for hope?
I will come back down Just stay seated there where dreams dwell then we will laugh again just like we did yesterday.
Bruno:Carvalho 2011




TOO FAR

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Em que fase do caminho me terei perdido?...

SHE WALKS IN BEAUTY

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SHE walks in beauty, like the night Of cloudless climes and starry skies; And all that's best of dark and bright Meet in her aspect and her eyes: Thus mellow'd to that tender light Which heaven to gaudy day denies.
One shade the more, one ray the less, Had half impair'd the nameless grace Which waves in every raven tress, Or softly lightens o'er her face; Where thoughts serenely sweet express How pure, how dear their dwelling-place.
And on that cheek, and o'er that brow, So soft, so calm, yet eloquent, The smiles that win, the tints that glow, But tell of days in goodness spent, A mind at peace with all below, A heart whose love is innocent!
George Gordon (Lord) Byron

SOMBRAS

Sombras, apenas sombras,  é o que resta de nós, sombras do que somos, do que fomos, do que seremos
Restará algo que possa servir como recordação?
A verdade despedaça-nos, por isso escondemo-nos na mentira Convencidos que esta nos será para sempre fiel...
O quanto estávamos enganados...
Bruno:Carvalho 2011

NOCTURNO

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Apartemos-nos, apartemos-nos pois não andamos mais que a fingir passos em frente, olhando de lado em espelhos baços, apartemos-nos pois aqui não mora o desassossego. Desconjuctura-me, necessito de fontes mais precisas de prazer, a languidez do teu corpo já não oferece o tal abrigo merecido, deixa-me, prescindo do teu brilhante intelecto para me dedicar ao estudo das coisas mundanas. Fingimento, é este o constrangimento que me faz neste momento avançar para a dissolução, prefiro dissolver-nos do que ver-me diluído na pasmaceira dos dias, não sou poeta, não faço rimas, não ouço a lua, faço da noite apenas uma passagem, como se fosse um túnel para reencontrar de novo o sol. Fazes-me lembrar a noite, por isso desdenho continuar a alimentar a tua deslumbrante beleza lunar. Passo a vida embriagado por palavras, perdido no emaranhado de abraços em que me teimas prender, quero ser livre, quero ser Ícaro e se necessário voar direito ao sol, se for esse o preço, fá-lo-ei, não duvides, a minha exist…