sexta-feira, 22 de maio de 2015

DOÇURA

Da pureza, da beleza, da singela harmonia
a tua doce e quase imperceptível poesia
marcada ao de leve nos meus lábios
registada em fogo nos livros dos sábios.

Separados à nascença a inocência e a nostalgia
rasgado o véu entre a ciência e a magia
está a definição do que é e não é amor
do que é digno ou não da minha dor.

Na perspectiva de ser um momento
faço-me firme e feroz e ouso ser todo o tempo
riem-se os anjos da minha inocente bravura
conscientes no entanto de ser digno da tua doçura.

Bruno:Carvalho
Maio 2015


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