DIAS DESERTOS

Em dias desertos
De medos despertos
Em quartos vazios
Desolados e frios
Em ruas paradas
Com luzes apagadas
Em corações sozinhos
De emoções despidos
Naqueles momentos sombrios
Quando os movimentos se tornam esguios
Dorme o meu amor
A minha angústia e dor
Cresce a minha paixão
No meio de tal desolação
Em minutos inconsequentes
Crescem desejos omnipresentes
Solto um beijo na escuridão
No regaço ausente da ilusão.

Estou só no deserto da vida
Espero vazio pela paz merecida

Bruno:Carvalho

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