quarta-feira, 30 de maio de 2018

DEATH OF LOVE


Can you feel it?
It’s the righteous death of love
I burn my eyes for your demise
Your soul still lingers, still dwells in this place

Can you feel me?
It’s the bitterness of solitude
I decipher riddles to hold back oblivion
Your body still anchors my heart

Can you taste freedom?
Your wings unfurl in the midnight sky
They call you an angel, I call you disgrace
I foreshadow fire, I burn within

Can you see it?
Bleakness comes in these dreadful hours
Sorrow disguises my cold embrace
I raise my mask, I long to be forgotten

Applause, in stillness
Love is dying

Bruno:Carvalho

O FUNDO DE MIM


Toquei de novo o fundo de mim
Provei o fel, bebi da taça do silêncio
Mergulhei no sonho pois a realidade era crua demais
Adormeci, desejei que a dormência tomasse o meu corpo para sempre

Desci de novo ao fundo de mim
Para tentar descobrir de novo quem sou
Aprisionei-me para ser livre
Fiz-me memória só para poder ser esquecido

Rasguei a segunda pele, fiz sangrar a alma
Despedi-me do mundo, esperei pela queda
Deixei a noite devorar o medo
E esperei, esperei renascer na chegada da manhã.

Bruno:Carvalho



sexta-feira, 18 de maio de 2018

REDENÇÃO


Não é estranho quando no silêncio ecoa a saudade?
As palavras perdem-se,
Os dias passam incólumes ao sofrimento
Tudo deixa de fazer sentido

O tempo não volta atrás
Não existe maneira de apagar
Aquelas palavras,
Tão docemente ditas

Tudo o que resta,
Aquela perene saudade ancorada,
No silêncio

O perdão está ao alcance de uma mão
À distância de um pensamento
Haverá coragem de enfrentar,
A corrente furiosa do tempo e pedir redenção?

Bruno:Carvalho

A BELEZA DO FIM

                               ”A beleza existe onde menos se espera”.         Abri a porta do quarto movido por uma esperança e fui ...